sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Divulgação


Meu trabalho é auxiliar as pessoas a viverem com qualidade de vida e a terem relações mais saudáveis consigo mesmas e com os outros.
Minha missão é promover a saúde emocional clientes, oferecendo equilíbrio com eficiência, responsabilidade, respeito e ética. 
Atuo com Psicologia Clínica, Hospitalar e Empresarial. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Dica: Em momentos de ESTRESSE tente a "Respiração Diafragmática"



"A respiração diafragmática pode ser utilizada por todos nos momentos de tensão e estresse. É o primeiro passo para restabelecer o equilíbrio e também para o relaxamento, desconstruindo o mecanismo de luta ou fuga causado pela respiração torácica"

"No mecanismo respiratório existe um músculo que separa o tórax do abdômen chamado diafragma.
O diafragma funciona como uma membrana fazendo com que o abdômen se expanda e se comprima conforme a respiração ocorre. Na inspiração ele desce, expandindo o abdômen e arrastando consigo a base do pulmão, o que aumenta seu volume interno e a sucção do ar. Na expiração, o diafragma vai para cima, comprimindo os pulmões e expulsando o ar.
Esse mecanismo vai se perdendo com a vida sedentária, de modo que em muitas pessoas é como se o diafragma não existisse mais, pois não faz mais esse trabalho. Resta somente a respiração com a parte superior dos pulmões, o que a deixa mais breve e rápida. A repercussão disso é uma menor oxigenação do organismo, bem como o possível aumento de sintomas de ansiedade; uma vez que respirar de maneira rápida causa mudanças fisiológicas, acelerando nosso batimento cardíaco.

Respiração diafragmática

A respiração diafragmática ou respiração profunda é chamada assim porque expande o diafragma e leva o ar rico em oxigênio até o abdômen. É através dessa técnica que se consegue aumentar significantemente a capacidade volumétrica dos pulmões em mais do dobro. Desse modo todo o corpo é mais oxigenado, inclusive o cérebro.
A respiração diafragmática pode ser utilizada por todos nos momentos de tensão e estresse. É o primeiro passo para restabelecer o equilíbrio e também para o relaxamento, desconstruindo o mecanismo de luta ou fuga causado pela respiração torácica. Também é uma excelente ferramenta para quem tem dificuldades para dormir e mesmo para eventos ligados à síndrome do pânico." 



Respiração diafragmática: como fazer


• Coloque-se de forma confortável sentado ou deitado;

• Coloque a mão no abdômen (barriga) próxima ao umbigo;

• Feche os olhos e concentre-se em sua respiração;

• Inspire pelo nariz e encha os pulmões de ar, leve-o até o abdômen, percebendo que ele se movimenta. Você pode imaginar que está enchendo uma bexiga que está dentro de sua barriga. Ao inspirar conte até quatro (mentalmente) para que o pulmão e o abdômen fiquem expandidos;

• Retenha o ar por dois tempos (conte até dois mentalmente), mantendo a barriga e os pulmões cheios;

• Expire lentamente pela boca, contando até cinco, esvaziando completamente o pulmão e o abdômen;

• Reinicie os movimentos após reter os pulmões vazios por dois tempos.
Procure efetuar os movimentos respiratórios de tal forma que haja pouco movimento torácico (movimento do peito) e mais movimentos abdominais (movimento de barriga).

Repita dez vezes a respiração ou pratique por aproximadamente três a cinco minutos. Caso você sinta tontura ou veja “bolinhas” ao abrir os olhos, saiba que isso é normal e vai desaparecer. Isso acontece, porque o cérebro recebe mais oxigênio do que está acostumado, mas é interessante ir adaptando o ritmo de forma que fique confortável e não gere sensação de náusea.
É importante que você aprenda a fazer a respiração treinando-a pelo menos uma vez ao dia para ir acostumando seu organismo e torná-la aos poucos mais automática. 



Att: Psicóloga Priscila R. Biral 
CRP - 08/23586


Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/respiracao_diafragmatica.htm











sábado, 6 de agosto de 2016

MEDO DE DIRIGIR? saiba como superar!




Se você tem medo de dirigir provavelmente já cansou de ouvir: "Medo por quê? Que besteira! Dirigir é tão simples!". Nessas horas, você olha ao redor e pensa: "Poxa, todo mundo consegue, menos eu. Devo ter algum problema, não é possível". Quando isso acontecer, respire fundo e acredite: não há nada de errado com você.

O medo é uma emoção boa que protege a vida, mas às vezes ele é tão grande que deixa de proteger e passa a atrapalhar. O medo de dirigir atinge principalmente pessoas ansiosas, inseguras, extremamente cuidadosas e que se cobram demais.
"As pessoas têm mania de dizer que ter medo de dirigir é uma besteira, mas não é. Esse é um dos piores medos que pode existir porque te atrapalha em várias esferas da vida e limita a sua liberdade de ir e vir", explica a psicóloga especializa em medo de dirigir, Cecília Bellina.

"Se você me dissesse ‘Bellina, tenho medo de avião, mas vou comprar uma passagem para viajar amanhã’ eu te diria: ‘vá!’. O seu medo não vai fazer o avião cair, não vai modificar o rumo das coisas. Já o medo de dirigir coloca a sua vida e a de outras pessoas em risco, por isso eu digo: não vá enquanto não conhecer os comandos do carro e não superar essa ansiedade".


Como superar o medo de dirigir

Para controlar a ansiedade inicial, que é a maior inimiga de quem tem medo de dirigir, a psicóloga indica um exercício básico.
Pegue o carro dentro da garagem. Sinta os pedais, as marchas e o motor. Faça isso todos os dias até se sentir completamente segura, o que vai demorar mais ou menos uma semana. Depois, dê uma volta na quadra. "O coração vai acelerar, vai dar medo, mas você tem que ir diariamente até sentir a ansiedade abaixar. Quando isso acontecer, é hora de dar uma volta no quarteirão e depois no bairro", afirma.
Segundo a psicóloga, a melhor forma de vencer o medo é estabelecer metas e encarar cada obstáculo de uma vez, sempre sozinha. "Faça uma lista de 10 lugares onde você gostaria de ir dirigindo. Casa da sua mãe, supermercado, shopping", explica.

Objetivos que envolvam outras pessoas, como levar o marido até o metrô, devem ir para o fim da lista. "É sempre mais difícil dirigir com alguém do lado porque ocarona atrapalha mesmo sem querer".
Uma das suas últimas tarefas deve ser ir ao trabalho de carro. "Você chega dirigindo, para no estacionamento e passa o dia inteiro sofrendo de ansiedade por saber que vai ter que levar o carro embora no fim do dia. É quase uma tortura, mas você precisa passar por isso", diz a profissional.
Depois de muitas horas de treino que envolvem litros de suor, milhares de ondas de calor e coração infinitamente acelerado, esteja certa de que dirigir se tornará um hábito tão simples que você nem se lembrará de onde vinha tanto medo.


FONTE: http://www.vix.com/pt/bdm/de-carona/medo-de-dirigir-psicologa-explica-porque-isso-nao-e-besteira-e-da-dicas-para-superar?utm_source=facebook&utm_medium=manual&utm_campaign=Petrobras

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Medo, ansiedade e depressão.



medo faz parte do sistema adaptativo de sobrevivência dos indivíduos, sendo uma resposta perfeitamente normal perante a possibilidade de existir perigo de vida ou ameaça ao bem-estar, manifestando-se, entre outros factores, por tremores, sudação excessiva, aumento do ritmo cardíaco, entre outros, permitindo, também, ao indivíduo, avaliar as suas reais capacidades para enfrentar uma determinada situação.
Por seu turno, a ansiedade é algo normativo ao ser humano, sendo que, a título de exemplo, a experiência de graus ligeiros de ansiedade em situações sociais consiste num fenômeno frequente e a sua intensidade não impede o funcionamento social adequado do indivíduo, podendo até propiciar um efeito benéfico, uma espécie de agente motivador, sem originar sofrimento.

Mas qual é afinal a diferença entre medo e ansiedade?

medo ocorre quando um estímulo exterior facilmente identificável, ou seja, algo concreto, desencadeia comportamentos de fuga ou evitação, associando-se a sentimentos de raiva ou vergonha, terminando aquando do desaparecimento desse mesmo estímulo , enquanto que a ansiedade consiste num estado emocional aversivo sem desencadeadores claros/concretos (medos difusos) e que, obviamente não podem ser evitados (Baptista, 2000), sendo difundida de um modo desagradável e persistente (Marks & Nesse, 1994).

E o que acontece quando estes fenômenos atingem proporções patológicas e indutoras de mal-estar e desconforto no indivíduo?




Os medos, os diversos tipos de ansiedade e as suas desregulações surgem num indivíduo em desenvolvimento, geralmente, no decorrer da infância até ao inicio da idade adulta, diminuindo posteriormente com a idade (Essau & Petermann, 2001; Last, 1993; March, 1995; Marks, 1987). De modo previsível, em determinadas alturas do desenvolvimento e de acordo com as tarefas típicas dessas etapas, os medos aparecem e desaparecem, refletindo a maturação do organismo. As suas manifestações variam ao longo da vida (Vasey & Dadds, 2001). Os medos sociais aparecem no início da adolescência, altura de maior individualização, de afastamento dos progenitores, de integração nos grupos de pares e de atração pelo sexo oposto. A preocupação com a aparência, o cuidado com a impressão causada e a opinião dos outros, são factores extremamente importantes nesta altura do desenvolvimento. O medo ou ansiedade social são factores motivadores adaptativos que promovem maior preocupação e cuidado com estes aspectos. No entanto, se este medo provocar a inibição de contatos sociais, ou se existir encorajamento familiar para a evitação, o medo tenderá a manter-se ou, pior, a aumentar transformando-se numa limitação (Baptista, A., Carvalho, M. & Lory, F., 2005).

Quando a ansiedade é sentida de modo excessivo condicionando a vida do indivíduo, considera-se que esta atinge um grau patológico, ou seja, induz um marcado desconforto no indivíduo e uma sensação de incapacidade, sobressalto permanente, angústia intensa, podendo surgir ou não paralelamente alguns sintomas fisiológicos, tais como: transpiração excessiva, vertigens, sensação de falta de ar, dores de cabeça, entre outros, ou mesmo, uma associação à patologia depressiva.
Existem inúmeras perturbações de ansiedade, nomeadamente, perturbação de ansiedade generalizada, fobias, transtorno de pânico, entre outros. Mas mais importante do que atribuir um rótulo a um indivíduo, é tentar compreender a razão porque os sintomas acontecem, relacionando, com a sua história de vida, sendo, na maioria das vezes, necessário um acompanhamento psicoterapêutico, podendo ou não haver uma componente de tratamento farmacológico associada.

Como é definido o tratamento?
Tal como em diversas situações, é necessária a motivação do indivíduo para superar o seu estado atual, para investir em si e no seu bem-estar mesmo, e não desistir caso os resultados não apareçam tão rapidamente como desejaria. 
Sofrer de perturbação da ansiedade não pode ser encarado como algo banal nem como uma fatalidade, sendo que os tratamentos variam e são estabelecidos em função da natureza do problema (fobias, obsessões, pânico, etc.) e da personalidade do sujeito que as sofre.




Como a chegada do bebê transforma o cérebro dos pais e mães

O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. 
O amor por uma criança não é intelectual ou cultural ele é sim um componente básico da formação de todos os seres humanos. 
E isso independentemente de se ser mãe ou pai, ou pais biológicos ou adotivos, já que somos programados para formar laços fortes com os filhos e eles conosco. 


Diversas pesquisas com cientistas e especialistas em desenvolvimento infantil vêm descobrindo detalhes fascinantes sobre essa conexão tão ímpar entre pais e filhos. 
São fatos que ajudam a explicar por que é praticamente "viciante" ficar perto de um bebê e por que continuamos a amar os filhos tão profundamente mesmo depois que eles crescem, apesar de todas as pirraças, manhas e brigas.

Gravidez: Amor antes da primeira vista



Não se surpreenda de já amar o bebê antes mesmo de ele nascer. Futuros pais e mães geralmente são invadidos por uma grande mistura de emoções e ansiedades, sentimentos que realmente dão o tom da futura relação com o filho.

Os hormônios que circulam no corpo de uma mulher grávida (e que ficam mais potentes a cada semana de gestação) também ajudam a alimentar a conexão com o bebê. 

À medida que a data do parto se aproxima, o cérebro começa a produzir cada vez mais oxitocina, um hormônio que auxilia a trazer à tona a "mãe" que está dentro de você.

Também conhecida como o hormônio do amor, a oxitocina é responsável pelo comportamento maternal em animais (muitas vezes representado pela simples limpeza dos pêlos de um filhote). 

Nas mulheres grávidas, a principal função do hormônio é amenizar a sensação de estresse, ao mesmo tempo em que cria aquela vontade enorme de ver o recém-nascido.

Nos últimos anos, a oxitocina foi assunto de diversos trabalhos científicos bastante sérios. 

Pesquisas com animais sugerem que ela tem papel fundamental em uma série de comportamentos sociais, que vão da criação dos filhos à formação de relacionamentos duradouros.

Mostrou-se, por exemplo, que animais que não produzem oxitocina ignoram suas crias e constantemente buscam parceiros diferentes para o acasalamento. 

Espécies que produzem o hormônio tendem a ser dedicadas aos filhotes e aos parceiros.

Resumindo: quando a oxitocina circula pelo corpo de uma gestante é como se o amor estivesse correndo por suas veias.

Quanto ao bebê, ele também já começa a formar elos com a mãe ainda dentro do útero. 

Pesquisas indicam que o coração dele bate ligeiramente mais rápido ao som da voz da mãe, voz que vai animá-lo e confortá-lo por anos a fio.

Se você for o pai ou tiver adotado um bebê, esse tipo de experiência hormonal e proximidade física com a criança crescendo dentro da barriga não acontecerá. Mas não se preocupe, porque o vínculo com seu filho não será menor por causa disso.

Bebês e crianças têm uma incrível habilidade de formar fortes elos com qualquer pessoa que cuidar deles e responder às suas necessidades físicas e emocionais.


Você e o bebê: Viciados em amor

À medida que o trabalho de parto progride, o fluxo de oxitocina no cérebro e na corrente sanguínea da mãe torna-se abundante. 

Entre outras funções, o hormônio provoca contrações e auxilia na descida do leite materno.

Quando finalmente nasce o bebê, a mãe está praticamente "intoxicada" de oxitocina, que a faz esquecer da exaustão do parto e da dor e traz euforia e uma intensa sensação de amor. 

De acordo com o pediatra e especialista em desenvolvimento infantil Marshall Klaus, esse efeito da oxitocina ajuda a explicar por que bebês quase nunca são abandonados em hospitais onde as mães podem segurá-los e amamentá-los logo em seguida ao parto.

E os papais de primeira viagem também não ficam imunes a esse poderoso hormônio ao olhar para os filhos pela primeira vez. 

São também invadidos por uma onda de amor, muitas vezes tão vigorosa que os deixa tontos dentro da sala de parto.

As mudanças biológicas nos pais também são profundas. Um estudo canadense mostrou que os níveis de testosterona masculinos tendem a despencar, pela primeira vez, durante alguns meses depois do nascimento dos filhos. 

Mais intrigante é o fato de que alguns homens começam a produzir mais estrogênio, em um sinal ainda mais contundente do poder transformador da paternidade.

De acordo com a neurocientista Diane Witt, o estrogênio torna o cérebro mais sensível à oxitocina, possivelmente para ajudar os homens a serem mais atenciosos e amorosos.

E, segundo a cientista, pais e mães adotivos também desfrutam dos efeitos benéficos da oxitocina e da dopamina, uma outra substância química do corpo ligada ao prazer.




E se não houver amor imediato com o bebê?

Cerca de 30 por cento das mães não sentem amor imediato pelo filho logo de cara, muitas vezes porque a criança ou até o nascimento dela não foram exatamente como sonhavam. 

Decepção, estresse e exaustão são fortes o suficiente para anular os efeitos dos chamados hormônios do amor -- só que não para sempre. 

A maioria das mães passa a amar os filhos nos primeiros meses de vida.

Caso você não possa segurar o bebê após o parto, não se aflija. Pais adotivos ou de bebês prematuros nem sempre têm a chance de ficarem bem grudadinhos nos filhos desde o início, e ainda assim criam laços de amor com o tempo.

Aliás, se seu bebê for prematuro, não deixe de pedir para estar com ele sempre que possível, pelo bem de todos da família. 

Pesquisas apontam que o contato com a pele dos pais (método conhecido como "canguru") é um dos melhores tratamentos para os prematuros. E vale dizer que o toque do papai é tão tranquilizador quanto o da mãe nesses casos.

É importante lembrar que o amor, por qualquer pessoa nova em nossa vida, cresce com o tempo. 

O bebê vai aprender a gostar muito de quem o segurar no desespero do choro ou o alimentar na hora da fome. Ele vai sentir sua falta nos momentos de ausência e vibrar de alegria quando você estiver por perto. 

Isso pode até não ser "amor" segundo a definição dos adultos, mas é um dos sentimentos mais fortes que os bebês conhecem.

A psicóloga Emma Adam, da Universidade Northwerstern, nos Estados Unidos, observa ainda que é impossível "estragar" um bebê com amor, atenção e afeto. 

Quando se conforta um filho, o que ocorre na realidade é a construção de uma base de confiança que vai durar a vida toda.


Birra de criança também pode ser sinal de afeto?

Acredite, o vínculo entre você e seu filho fica cada vez mais forte, mesmo que ele passe boa parte do tempo dando show de malcriação. Esse comportamento é uma maneira de testar sua proximidade. 

Bebês mais velhos só fazem isso porque se sentem seguros do seu amor por eles. Em outras palavras, seu filho não faria birra se não confiasse plenamente em você. 

Crianças pequenas contam com um leque amplo de emoções, mas ainda não entendem o conceito de "amor" como você. 

Seu filho pode dizer que lhe ama, mas também ama os livros ou brinquedos que tem, ou mesmo sua comida favorita. 

Você não precisa se preocupar com o lugar que ocupa no universo dele. Ele tem consciência da sua importância -- na hora em que se machuca ou quer um colinho, é você que ele procura porque quer ajuda da pessoa em quem mais confia. 





Fonte: http://brasil.babycenter.com/a4300126/a-ci%25C3%25AAncia-explica-como-brota-seu-amor-pela-crian%25C3%25A7a#ixzz4Fi2pYYrq



segunda-feira, 25 de julho de 2016

PESSOAS MANIPULADORAS

Como pessoas manipuladoras se relacionam?

Sem nos darmos conta, podemos estar imersos em relações com pessoas manipuladoras, que mudam nosso modo de pensar ou agir, pelo seu próprio bem.
Existem diferentes “categorias” dentro dos manipuladores, segundo o controle exercido pela pessoa sobre nós. Se essa pressão for muito grave, os especialistas a chamam de: “Narcisista perverso”, e esse é o assunto do qual vamos falar neste artigo.
Certamente você já viu diversos filmes, leu alguns livros ou escutou histórias sobre pessoas que manipulam seus parceiros, filhos, amigos, etc. Esse tipo de personalidade existe em todas as famílias e nem sempre estamos a par da situação. E mais, podemos até ser vítimas de pessoas manipuladoras agora mesmo e não saber.
Os narcisistas perversos, como alguns psicólogos nomeiam este perfil, são aqueles que, constantemente, estão dizendo ao outro o que ele deve fazer. De maneira sutil (ou não), mas com uma efetividade que realmente assusta, uma vez que restringe sua liberdade.
Estas pessoas, por sua vez, podem ter outros tipos de comportamentos negativos, como, por exemplo, excessos emocionais de todo tipo, comportamentos agressivos e ameaçadores, contínuas faltas de respeito e desprezo.
Quando se fala se um indivíduo perverso, ele é assim 24 horas por dia, sem distinção. A relação com sua vítima foi determinada dessa maneira e não há nada que pode mudá-la, a menos que a pessoa que esteja sofrendo a manipulação comece a querer modificar a relação.
Principalmente nos relacionamentos amorosos com uma pessoa manipuladora, pode passar muito tempo até que a vítima se dê conta do que está ocorrendo. Ela não deseja escutar o que seus entes queridos dizem, pensa que todo mundo está errado, que a outra pessoa faz isso porque a ama, que ela pode tomar suas próprias decisões, que não tem medo de seu parceiro, etc.
Em algum momento, ainda não está claro por que a pessoa que sofre nas garras do manipulador acorda desse “sono profundo”.
Imagine, por um instante, o que a aranha faz com sua presa: envolve-a com sua teia, até que, finalmente, alimenta-se dela. Algo similar acontece com os manipuladores e a energia positiva de sua “presa”.
Além de dizer que a vítima de um manipulador tem carências ou problemas, devemos indicar que o narcisista perverso também precisa de ajuda.
O manipulador
Embora todos nos complementemos nos relacionamentos, a pessoa que mais tem a perder é o manipulador, não o manipulado. Isso é assim, já que ele está “consumindo” algo que a vítima tem, como pode ser sua capacidade intelectual, bondade, carisma, solidariedade, autoestima, amizades, trabalho, saúde, etc.
Sempre falamos das características das pessoas manipuladoras e de como nos darmos conta de que alguém está nos controlando, mas nunca tentamos julgar o por quê dessa pessoa reagir dessa maneira, do que ela está precisando e de que forma pede ajuda. Com isso, não estamos dizendo que ele não seja responsável ou culpado por seus atos, no entanto, teríamos que analisar que traumas ou problemas do passado levaram-no a agir dessa maneira, ou quais são suas necessidades mais profundas.
Quando um perverso narcisista se encontra com alguém fácil de controlar, é onde pode colocar em prática ou depositar todos os seus traumas. Sem querer ofender ninguém, um manipulador age quando a vítima permite. Nem sempre isso acontece de propósito por parte do manipulado e, até mesmo, há casos nos quais a vitima também não percebe.
O perverso inveja aquilo que o outro tem, por isso utiliza suas ferramentas para se apoderar. A vítima não pode ver as manobras usadas contra ela, está cega de paixão, não percebe as ações do outro como algo negativo.
Mas isso pode influenciar sua mente e em suas emoções. O mesmo acontece com uma gota que cai sobre uma pedra; com o passar do tempo, acaba desgastando a pedra.
Quando um manipulador se encontra com uma pessoa segura de si, que sabe do que gosta, tem suas próprias opiniões sobre certas coisas e até mesmo lhe aconteceu algo ruim com um narcisista perverso antes, ela conta com armas a sua disposição para não permitir que as teias de aranha o envolvam.
Mas atenção, ninguém está 100% imune a este tipo de personalidade, já que alguns sabem como fazer um trabalho perfeitamente “fino” e quase imperceptível, até que o outro se torne uma marionete.
Tenha muito cuidado com as pessoas com as quais você se relaciona. Não é questão de se sentir ameaçado ou perseguido o tempo todo, mas sim de andar por caminhos seguros.
Também não hesite em fazer um trabalho de introspecção para determinar, de maneira objetiva, se você pode chegar a ter uma personalidade que pode ser facilmente manipulada.


TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

quarta-feira, 20 de julho de 2016

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Esta classificação foi baseada na obra de Daniel Goleman : inteligência emocional.


Conhecer suas próprias emoções é o primeiro passo para ter uma inteligência emocional bem desenvolvida, que além de importantes não é uma tarefa fácil. Reconhecer nossas falhas e pontos a melhorar são difíceis, pois fomos criados para sempre escondermos nossas imperfeições debaixo do tapete. 


Queremos mostrar sempre o nosso melhor às pessoas, e nossas emoções negativas são ignoradas,  sendo consideradas fatores da nossa personalidade e ponto final.

Se quisermos realmente mudar,  temos que olhar para dentro de uma forma neutra,  sem pré- conceitos e apontar nossas falhas,  perceba as emoções negativas que surgem, e descobrirá facilmente o motivo delas aparecerem.

auto sabotagem é  um fenômeno onde a pessoa foge da realidade dos fatos,  baseado na sua formação pelo sistema de crenças

Enquanto isso não for desfeito, teremos dificuldades em nos conhecer por completo. Comece hoje com decisão e seja neutro no que encontrará.
A partir daí,  você saberá do que estará tratando e não será mais vítima de si mesmo 



Segundo passo: lidar com as emoções


As emoções são inevitáveis em nossa vida,  portanto viver sem elas,  é ir contra nossa natureza e ser infeliz. O que podemos fazer é equilibrar nossas emoções durante a nossa jornada. Não exagerar,  não perder o controle, pois a mente nãé a gente.

Nos a possuímos,  e com o uso correto, podemos desenvolver paz e serenidade, aquietando a mente para perceber-nos a beleza da vida sem distorções .



Terceiro passo : Motivar-se

Nosso cérebro emocional pode criar desordem em nossa vida se utilizado de forma errada, ou nos motivar, que é o fator indispensável para conseguirmos nossos objetivos.
A motivaçãé quando colocamos sentimento,  emoção positiva no que pretendemos fazer.  É o motivo para a ação,  mas o motivo deve vir com sentimento de entusiasmo. Só nos temos o poder de nos motivar.

Existem pessoas mais iluminadas ao nosso redor que podem nos mostrar o caminho,  mas a decisão de seguir,é inteiramente nossa.


Quarto passo: reconhecer as emoções nos outros


Este domínio de reconhecer as emoções nas pessoas,  facilita a sua resposta em relação a isso.  Quando conseguimos nos colocar no lugar da pessoa e compreendermos que suas atitudes são baseadas em sua formação,  suas crenças,  iremos tratá-las com mais amor e compreensão.
No momento que sabemos que a pessoa tem um comportamento específico dentro dele,  o que nos resta, senão compreender e não se espelhar nas emoções negativas quando são despertadas nos outros, auxiliando na transformação dessas emoções através do amor.


Quinto passo: lidar com os relacionamentos


Este passo é atingido,  obtendo autoconhecimento, identificando as emoções nas outras pessoas e em você mesmo,  e saber administrar isso com sabedoria.

Um dos piores vilões na arte de se relacionar, é as reações condicionadas pela mente. Desconstrua as reações negativas em você.

São sujeiras impregnadas na mente,  que são disparadas em momentos de fúria,  ou uma situação que remete ao passado, situação essa que lhe causou desconforto.

Conclusão


Seguindo estes passos com maturidade, nos tornaremos seres humanos melhores e mais capacitados a lidar com as situações da vida e a paz incondicional. O poder do ser está em se enxergar além de seus pensamentos conflitantes.



referência
http://www.opoderdoser.com/2014/01/5-passos-para-desenvolver-inteligencia.html

terça-feira, 19 de julho de 2016

LIBERTE-SE



Quantas mentiras não inventamos para nós mesmos para aguentarmos o dia a dia? Para levantarmos de manhã, irmos ao trabalho, convivermos com gente que não acrescenta, com gente disposta a puxar o nosso tapete na primeira oportunidade?
Quantas mentiras não inventamos para nós mesmos para mantermos empregos enfadonhos, amigos sabotadores e relações doentias?
Quantas mentiras não inventamos para nós mesmos para não enlouquecermos diante das nossas dúvidas, do nosso medo, do nosso tédio, do nosso asco, da nossa solidão mais profunda que é aquela que encontramos quando nos perdemos de nós mesmos. Este último pensamento vi na peça A alma imoral e fiquei fascinada!
Quantas vezes não suportamos o insuportável para evitar constrangimentos, conflitos, momentos estressantes e por fim optamos por morrer aos poucos como alguém que é envenenado dia a dia com algumas gotas de detergente na comida.
Chega uma hora em que é preciso encarar a merda. Olhá-la de frente sem medo de ver o quanto ela é feia e asquerosa. Chega uma hora em que precisamos aceitar que perdemos o controle da situação, que fomos engolidos pelas banalidades cotidianas, que deixamos de desenvolver o nosso potencial, que aturamos muita mediocridade por medo da solidão, que abandonamos nossos sonhos por cansaço ou preguiça de lutar. Chega uma hora em que não podemos mais fingir, dissimular e sublimar. É preciso admitir-se nu e demaquilado no palco da vida e lamber as próprias feridas e rir diante de tudo que deixamos para trás.
Vivemos em uma sociedade que nega a verdade. Vivemos em uma sociedade que acredita que se não tocarmos num assunto, ele deixa de existir. Vivemos em uma sociedade que nega a própria dor. No entanto, apenas membros sãos podem gerar dor. Sentimos dor quando estamos vivos, pulsando. Enquanto há capacidade para dor, há possibilidade de movimento. Não nos anestesiamos para a vida, para nós mesmos. Toda dor pode ser a oportunidade de um renascimento.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Auto-Sabotagem

Auto-Sabotagem




Muitas vezes corremos atrás de nossos objetivos, de nossos sonhos, tentamos mudar o que achamos não estar adequado em nossas vidas, mas por mais que tentamos sempre voltamos ao ponto de partida.
“Tudo está como antes…

… Fiz dieta o mês inteiro e quando estava prestes a alcançar meu objetivo, voltei a comer como antes e aqui estou eu depois de um mês de regime com o mesmo peso ou até mais… Mudei de emprego porque meu chefe era difícil de agradar, mas estou com outro chefe difícil de agradar… Terminei o namoro porque o cara era um canalha, mas estou novamente namorando um canalha… Será que a felicidade não foi feita para mim?…
…É como se eu nadasse todo o oceano e quando estava prestes a me salvar acabo morrendo na praia”.

Coincidência falta se sorte ou auto-sabotagem? Há momentos na vida que quando procuramos mudar nos encontramos fazendo os mesmos erros de antes, caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. Nos auto-sabotamos, e por mais que queremos mudar, nossos aspectos cognitivos que são nossos pensamentos, crenças e maneira de interpretar o mundo, não mudaram e é isso nos impede de alcançarmos mudanças efetivas.
Sem nos darmos conta, escutamos e obedecemos nossas “verdades”. Atribuímos significados a acontecimentos, pessoas, sentimentos e demais aspectos de nossas vidas, com base nisso nos comportamos de determinada maneira e construímos diferentes hipóteses sobre o futuro e sobre nos mesmos. Muitos destes significados são formados em nossa infância onde inúmeras vezes escutamos o que é certo e errado e aprendemos com nossa família a nos comportarmos no mundo.
Esses significados que atribuímos a tudo em nossa vida, são frutos das crenças que foram enraizadas em nossa personalidade como, por exemplo, uma criança que cresce escutando dos pais amigos e familiares – você é uma baleia, você é gorda, você já comeu muito vai engordar etc. – quando adulta terá a crença de que é gorda, mesmo estando no peso ideal, de que tudo o que comer vai deixá-laenorme, e não se dá o prazer de comer um alimento sem culpa, não desfruta dos elogios de que ela é bonita e que tem um corpo bonito, para ela são inverdades visto que ela acredita (e aprendeu assim) que é gorda, assim com sua auto-imagem distorcida ela se auto-sabota, procura comer corretamente a semana inteira, mas no fim de semana come descontroladamente e pior sofre com isso. Faz uma reeducação alimentar e estando próximo de alcançar seu objetivo, perde o controle e volta ao peso anterior. Pois no meio do processo ela não conseguiu lhe dar com a nova pessoa que ela se transformaria ela iria deixar de ser aquilo que todos falaram “ser ela”, o medo e a insegurança tomam conta da pessoa e ela não se permite ser feliz, alcançar seus sonhos visto que o medo da mudança é maior do que a força para mudar. E ela utiliza a preguiça, orgulho, medo e desanimo como formas de auto-sabotagem.
Cada vez que desconfiamos de nossa capacidade em superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior, que bloqueia nossas emoções e nos paralisa e muitas vezes quando finalmente estamos nos sentindo bem é que ocorre a auto-sabotagem. Não é fácil perceber que a traição começa em nós mesmos, pois nem nos damos conta de que estamos nos auto-sabotando.
Como foi comentada anteriormente a auto-sabotagem vem de um ciclo onde desde crianças aprendemos a repetir tais padrões comportamentais, e eles se tornam automáticos assim nem percebemos que estamos agindo de tal maneira isso explica porque nos auto-sabotamos,destruímos a nossa própria vida e não percebemos a nossa responsabilidade nisso tudo.
Voltando ao exemplo da pessoa que cresceu escutando que era gorda e que não tinha controle na sua alimentação, ela desde criança repete os mesmos comportamentos como um ciclo, compra uma caixa de bombo e come toda de uma só vez se empanturra e mesmo estando cheia continua a comer mesmo pensando que vai engordar não consegue parar, e depois de comer tudo se arrepende, se culpa, e repete tudo aquilo que aprendeu sobre ela – sou gorda, e não consigo emagrecer, não consigo me controlar… – isso é auto-sabotagem e quando se vê está repetindo o mesmo comportamento, tem necessidade de repetir um comportamento mesmo que destrua a felicidade ou sua vida. A pessoa passou uma vida construindo uma percepção equivocada e tem medo de mudar e contestar o que sempre foi uma lei.
Mas, Por que as pessoas se auto-sabotam?
Porquê aprenderam que para serem aceitas e amadas deveriam ser do jeito que todos esperam que elas sejam, faz isso como uma compulsão e internamente essa repetição é a única forma de viver razoavelmente bem, mas o pior de tudo é que elas não se sentem felizes, porquê elas não conseguem ser quem elas realmente gostariam de ser.
Por essas razões algumas pessoas têm dificuldades em usufruir plenamente a satisfação de um desejo. Conseguir realizá-lo só traz angustia e ansiedade, porque essa concretização vai contra algumas de suas crenças, entre elas a de que não temo direito de ser feliz realizando os seus desejos.
Quando estão se sentindo bem geralmente sentem culpa porque estão rompendo uma crença instalada na infância. Sentem medo por que possuem grandes expectativas, medo de dar tudo errado no final, medo de se tornar outra pessoa, medo do desconhecido.
A auto-sabotagem é uma forma de pedido de socorro, uma forma de chamar atenção de que algo não esta certo, que é necessário prestar atenção no que esta motivando nossos comportamentos. São sinais de algo que não está bem e que precisa mudar para sermos mais felizes ou, ao contrário, indícios que se está muito bem, mas que uma parte de nós não permite que isso aconteça.
Como mudar isso? O que fazer?

Encarar que você está num ciclo de repetições é o primeiro passo para você superar isso. É exatamente quando você reconhece que está num ciclo e que isso te faz sofrer que você consegue rompe-lo.
Reflita sobre quais são as atitudes e circunstâncias repetitivas que te prejudica. Faça perguntas a você mesmo tentando detectar culpas, medos, raivas ou fatos negativos da infância que pode explicar suas crenças negativas. O que te faz sofrer, e que você não consegue mudar.
Procure se auto-conhecer!
Pois só quando nos conhecemos de verdade é que passamos a ter consciência de nossos erros e que não seremos mais vitimas deles.
É necessário sabermos quem somos realmente e não quem dizemos que somos, parar de mentir para nós mesmos, de nos iludimos com falsas felicidades, parar de nos contentar com migalhas e corremos atrás do verdadeiro eu, da verdadeira felicidade.
Existe uma grande diferença entre querer e fazer acontecer. Aliás, faça uma retrospectiva e identifique quantas vezes você já disse a si mesmo que mudaria a respeito de alguma coisa e mesmo assim não conseguiu agir diferente. Isso pode fazer com que você se sinta mal, mas, enquanto você não encarar a realidade, vai continuar vivendo de ilusão e inventando mil desculpas. E não há nada mais absurdo do que enganar a si mesmo.
Você pode dar os primeiros passos e caso necessite de ajuda procure um profissional como um psicólogo cognitivo-comportamental, que ira trabalhar com você os aspectos cognitivos que influenciam seus comportamentos e emoções.
Na terapia cognitivo-comportamental as mudanças acontecem gradativamente através de alterações das crenças distorcidas, que são responsáveis pelos sentimentos negativos e que resultam em condutas inadequadas ou causadoras de sofrimento.
A base da psicoterapia cognitivo-comportamental é que os sentimentos e os comportamentos são determinados pela maneira que o sujeito estrutura e interpreta o mundo, como ele pensa, de acordo com suas crenças. Quando o sujeito analisa suas crenças pode modificá-las, afetando seu emocional. Este processo promove autoconhecimento, aprendizado de novas habilidades bem como desenvolvimento das que já existem e maior controle de seus pensamentos emoções e comportamentos.

Referencia: http://psicologadarlalopes.com/artigos/cognitivo-comportamental/auto-sabotagem